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Adoraria fazer uma personagem sensual

Jacqueline Sato  (Foto: Carlo Locatelli)

Atriz e roteirista, Jacqueline Sato quer ser lembrada por seus múltiplos talentos. Estrela em ascensão, a Yumi da novela Sol Nascente não faz questão de ser associada à beleza dos seus traços nipônicos. Para explicar o seu ponto de vista, ela recorre a um antigo ensinamento de Fernanda Montenegro: "A beleza só importa nos primeiros 15 minutos. Depois você tem que ter algo a mais para oferecer", afirma.


Em conversa com a GQ Brasil, Sato - que não não tem qualquer parentesco com a apresentadora famosa -, falou sobre os novos projetos compartilhados com o namorado e diretor Rodrigo Bernardo e o curso de roteiro que fez em Nova York. Para ela, atuação e texto são complementares. Talvez por isso ela consiga se imaginar interpretando um personagem mais sexy num futuro próximo: "adoraria", revelou. Confira a entrevista.
Você contracenará com Mateus Solano no longa Talvez uma História de Amor (estreia prevista para o fim do ano). Durante as filmagens, você acabou conhecendo o diretor Rodrigo Bernardo, o seu atual namorado. Apaixonar-se durante as gravações trouxe uma "emoção a mais" para a sua atuação?

Faço uma ex-namorada do Virgílio, personagem do Mateus. O "Talvez uma História de Amor" deu origem mesmo a uma história de amor, mas foi bem depois. Na época, não tínhamos envolvimento nenhum. Profissionalmente, foi incrível, ele é um ótimo diretor. Mantivemos contato e, meses depois, nos reencontramos e nos apaixonamos.

Na segunda temporada da série "(Des)encontros", da Sony, você também será dirigida por Bernardo. Ser conduzida por ele é mais fácil no set de filmagem? Vocês acabam estendendo o trabalho para as horas vagas?

A condução no set não mudou ou facilitou agora que namoramos. Trabalho é trabalho e uma das maiores qualidades dele é o modo como dirige os atores. Ele tem muito cuidado. Tem um jeito muito específico de preparar o ator para a cena. Ser novamente dirigida por ele na série será um prazer e um desafio, como toda nova personagem que faço.

Vocês acabam estendendo o trabalho para as horas vagas?
Ns horas vagas, vira e mexe, assistimos a filmes, peças. Isto é trabalho e lazer ao mesmo tempo.

Conte-nos sobre a sua experiência como roteirista da série (Jacqueline escreveu um episódio de "(Des)encontros"). Você fez um curso com o americano Robert Mckee, tido como o grande guru dos roteiristas do Oscar...

Ainda estou no início desta jornada como roteirista. O curso com Robert Mckee me mostrou nitidamente o quanto o trabalho do roteirista é difícil, intenso e, ao mesmo tempo, prazeroso. Foi uma das melhores experiências da vida. Estudar roteiro colabora no meu trabalho como ofício de atriz e vice-versa. São complementares.

Antes de despontar como atriz, você foi Miss Barueri. Em sua carreira como atriz, a beleza segue sendo importante?

Citarei uma frase da Fernanda Montenegro: "A beleza só importa nos primeiros 15 minutos. Depois você tem que ter algo a mais para oferecer." Acho até que reduziria este tempo (risos). O que é belo pode até causar algum primeiro impacto. Se não tiver nada a mais a oferecer,  não basta. O que acontece internamente é o mais importante. Dar vida a diferentes personagens exige muito mais estofo.

Você despontou com a personagem Yumi em Sol Nascente como uma nova beldade da televisão. Como você cuida do corpo e da aparência?

Procuro me alimentar de forma saudável. Como pouco, várias vezes ao dia. Aquela velha história de comer de três em três horas. Dou preferência a alimentos frescos e orgânicos. Bebo muita água. E procuro me exercitar ao menos 3x na semana. Busco exercícios que me deem prazer e despertem a consciência corporal, como dança, pilates, e treinamento funcional.

A foto (Carlo Locatelli) que ilustra a entrevista mostra um lado sensual que o público da TV aberta ainda não conhece. Aos 28 anos, como você se sente em relação ao seu próprio corpo?

Ainda não tive nenhum personagem que coubesse muita sensualidade , mas adoraria ter essa experiência. Me sinto bem com meu corpo. Quanto mais o tempo passa, melhor me entendo com ele. Meu corpo é minha morada; eu o respeito e o aceito.

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